Consultas com médicos de Medicina Geral e Familiar / Clínica Geral por habitante / ano
Last Update: Jul 14,2011 | 2 Comments
Continente
Número de consultas com médicos de Medicina Geral e Familiar / Clínica Geral por habitante / ano
* De 2004 a 2007 inclui consultas nos Centros de Saúde de: Medicina Geral e Familiar/Clínica Geral, Ginecologia, Planeamento Familiar, Saúde Infantil e Juvenil/Pediatria e Saúde Materna/Obstetrícia; de 2008 a 2009 inclui consultas: Medicina Geral e Familiar/Clínica Geral – saúde de adultos, Ginecologia/Obstetrícia, Planeamento Familiar, Saúde do recém-nascido, da criança e do adolescente e Saúde Materna. (a) Nova Meta calculada para Portugal Continental. (b) Não Disponível. (c) Dados provisórios. Fonte: Elaborado por GIP/ACS com base nos dados do INE, 2011.
* De 2004 a 2007 inclui consultas nos Centros de Saúde de: Medicina Geral e Familiar/Clínica Geral, Ginecologia, Planeamento Familiar, Saúde Infantil e Juvenil/Pediatria e Saúde Materna/Obstetrícia; de 2008 a 2009 inclui consultas: Medicina Geral e Familiar/Clínica Geral – saúde de adultos, Ginecologia/Obstetrícia, Planeamento Familiar, Saúde do recém-nascido, da criança e do adolescente e Saúde Materna. (a) Nova Meta calculada para Portugal Continental. (b) Não Disponível. (c) Dados provisórios. Fonte: Elaborado por GIP/ACS com base nos dados do INE, 2011.
Em Portugal Continental, a média anual de consultas com médicos de MGF/CG por habitante aumentou de 2,7 para 3,0, entre 2004 e 2008, aproximando-se da meta definida no Plano Nacional de Saúde para 2010 (3,1 consultas por habitante/ano). O valor provisório deste indicador para o ano 2009 (2,7 consultas por habitante) revela uma inversão da tendência de crescimento que se vinha a verificar.
Região
Número de consultas com médicos de Medicina Geral e Familiar / Clínica Geral por habitante / ano, por Região
* De 2004 a 2007 inclui consultas nos Centros de Saúde de: Medicina Geral e Familiar/Clínica Geral, Ginecologia, Planeamento Familiar, Saúde Infantil e Juvenil/Pediatria e Saúde Materna/Obstetrícia; de 2008 a 2009 inclui consultas: Medicina Geral e Familiar/Clínica Geral – saúde de adultos, Ginecologia/Obstetrícia, Planeamento Familiar, Saúde do recém-nascido, da criança e do adolescente e Saúde Materna. (a) Nova Meta calculada para Portugal Continental. (b) Não Disponível. Fonte: Elaborado por GIP/ACS com base nos dados do INE, 2011.
* De 2004 a 2007 inclui consultas nos Centros de Saúde de: Medicina Geral e Familiar/Clínica Geral, Ginecologia, Planeamento Familiar, Saúde Infantil e Juvenil/Pediatria e Saúde Materna/Obstetrícia; de 2008 a 2009 inclui consultas: Medicina Geral e Familiar/Clínica Geral – saúde de adultos, Ginecologia/Obstetrícia, Planeamento Familiar, Saúde do recém-nascido, da criança e do adolescente e Saúde Materna. (a) Nova Meta calculada para Portugal Continental. (b) Não Disponível. (c) NUTS II de 1999. (d) Dados provisórios. Fonte: Elaborado por GIP/ACS com base nos dados do INE, 2011.
De 2004 para 2008 registou-se aumento do número de consultas com médico de MGF/CG por habitante, em todas as Regiões. Em 2009 o valor deste indicador decresceu nas Regiões Norte e Centro. Deve referir-se, no entanto, que o apuramento do número de consultas realizadas em 2009 por médicos de MGF/CG nos Centros de Saúde é ainda provisório.
Região e Género
Número de consultas com médicos de Medicina Geral e Familiar / Clínica Geral por habitante / ano, por Região e por género
* De 2004 a 2007 inclui consultas nos Centros de Saúde de: Medicina Geral e Familiar/Clínica Geral, Ginecologia, Planeamento Familiar, Saúde Infantil e Juvenil/Pediatria e Saúde Materna/Obstetrícia; em 2008 inclui consultas de Medicina Geral e Familiar/Clínica Geral - saúde de adultos, Ginecologia/Obstetrícia Planeamento Familiar, Sáude do recém-nascido, da criança e do adolescente e Saúde Materna. Fonte: Elaborado por GIP/ACS com base nos dados do INE, 2010.
* De 2004 a 2007 inclui consultas nos Centros de Saúde de: Medicina Geral e Familiar/Clínica Geral, Ginecologia, Planeamento Familiar, Saúde Infantil e Juvenil/Pediatria e Saúde Materna/Obstetrícia; em 2008 inclui consultas de Medicina Geral e Familiar/Clínica Geral - saúde de adultos, Ginecologia/Obstetrícia, Planeamento Familiar, Saúde do recém-nascido, da criança e do adolescente e Saúde Materna. (a) NUTS II de 1999. Fonte: Elaborado por GIP/ACS com base nos dados do INE, 2010.
O número médio de consultas com médico de MGF/CG, em 2008, foi 2,4 para o género masculino e 3,6 para o feminino. A variabilidade inter-regional deste indicador tem vindo a aumentar. Em 2008 é maior a diferença entre os valores registados no Alentejo (3,0 para o género masculino e 4,7 para o feminino) e os registados no Algarve (1,8 para o género masculino e 2,9 para o feminino), Regiões que apresentam o maior e o menor número médio de consultas com médicos de MGF/CG.



Manuela Maria Morais Rodrigues | 21 de Novembro de 2008, at 6:37
Parece-me que efectivamente os ganhos em saúde não se podem restringir aos nº de consultas médicas, é fácil com as ferramentas que temos conseguirmos enunciar os indicadores se falarmos de consultas médicas , taxas de mortalidade, natalidade, morbilidade, mas passando a falar de ganhos em saúde tendo por base o ganho em conhecimentos do nosso cliente/ Utente, a capacidade do utente passar a gerir a sua condição de saúde , apartir de um plano de intervenção de um profissional fica dificil. Temos que pensar num sistema nacional de monitorização de todos os programas de saúde( ex: diabetes, hipertensos. saude materna, infantil…)que nos permitam à semelhança do modulo vacinação SINUS, sabermos onde estamos para onde queremos ir, senão corremos o risco de nunca lá chegar.
Os Enfermeiros portugueses precisam de uma “fita métrica”, que permita monitotizar os programas de saude nos cuidados de saúde primários.
Só assim podremos falar de: Ganhos em Saúde, efectividade, eficiência e mais tarde epidemiologia.
Isabel Santos | 17 de Fevereiro de 2009, at 13:40
Os comentários surgem-me sob a forma de perguntas:
-Podemos saber algo sobre a Relação entre número de consultas/ano/MGF e esperança de vida ou qualidade de vida ou ainda mortalidade?
– Existe alguma relação com PIB/pobreza/escolaridade?
Com os melhores cumprimentos