Partos por Cesariana
Last Update: May 31,2011 | 1 Comment
Continente
Valor percentual de Partos por Cesariana
(a) Nova Meta calculada para Portugal Continental. (b) Finlândia, WHO/HFADB (2011). Fonte: INE, 2011.
(a) Nova Meta calculada para Portugal Continental. ND – Não Disponível. (b) Finlândia, WHO/HFADB (2011). Fonte: INE, 2011.
Em Portugal Continental, no ano 2009, realizaram-se 34 309 partos por cesariana, o que corresponde a 36,4/100 nados vivos. Mantém-se a tendência de aumento dos anos anteriores e de divergência em relação à meta definida no Plano Nacional de Saúde para 2010 (24,8/100 nados-vivos). O valor registado em 2009 representa um aumento de 11,9%, relativamente ao valor deste indicador em 2004.
Região
Partos por Cesariana / 100 partos, por Região
ND – Não Disponível. Fonte: INE, 2011.
ND – Não Disponível. (a) NUTS II de 1999. Fonte: INE, 2011.
Em Portugal Continental o número de partos por cesariana, relativamente ao número total de partos, aumentou 12,2%, passando de 32,8 em 2004 para 36,8 em 2009.
Na Região Norte o aumento relativo foi de 11,6% (de 36,7 em 2004 para 41,0 em 2009) e no Algarve foi de 29,7% (de 23,8 em 2004 para 30,9 em 2009).
Partos por Cesariana / 100 nados vivos, por Região
(a) Nova Meta calculada para Portugal Continental. (b) Finlândia, WHO/HFADB (2011). Fonte: INE, 2011.
(a) Nova Meta calculada para Portugal Continental. (b) Finlândia, WHO/HFADB (2011). (c) NUTS II de 1999. Fonte: INE, 2011.
O número de partos por cesariana, relativamente ao número de nados vivos, aumentou em todas as Regiões, no período 2004-2009.
Na Região Norte registam-se os valores mais elevados para este indicador. Em 2009 ocorreram cerca de 40 partos por cesariana, por 100 nados vivos nesta Região (aumento de 11,2%, relativamente ao valor em 2004). As Regiões do Alentejo e Algarve apresentam os valores mais baixos deste indicador mas, no período 2004-2009, foram as Regiões com aumento relativo mais pronunciado (respectivamente, 19,5% e 29,2%).



RAQUEL NUNES | 8 de Fevereiro de 2009, at 13:10
Idependentemente de perceber o porque do não á cesariana tambem acho que cada uma de nós tem o direito de escolher como ter o nosso filho.Entao se é um direito porque é ele tão desrespeitado nos hospitais portugueses?Fica a questão em aberto , pois nunca terei uma resposta que me satisfaça.