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Taxa de rastreio do cancro da mama feminina

Last Update: Dec 21,2009 | 1 Comment

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Taxa de rastreio do cancro da mama feminina
(Percentagem de população rastreada, entre a população elegível, nos Centros de Saúde cobertos pelo programa)

rastreiocm_tab1_dez09.JPG
ND – Não Disponível. (a) Calculada pela DGS para Portugal Continental. Fonte: PNS 2004-2010, Vol. 1, pág. 58.
(b) Finlândia, OECD Health Data (2009).

Não se apresenta o valor da taxa de rastreio do cancro da mama feminina para Portugal Continental por os valores apurados para as Regiões se referirem a períodos de tempo distintos.

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Região

Taxa de rastreio do cancro da mama feminina, por Região (NUTS II de 1999)

rastreiocm_graf2_dez09_.png
ND – Não Disponível. (a) Calculada pela DGS para Portugal Continental. Fonte: PNS 2004-2010, Vol. 1, pág. 58.
(b) Finlândia, OECD Health Data (2009). (c) Valor apurado para os concelhos da Região em que já se realizou
a 1ª e a 2ª volta do rastreio. (d) Valor referente à última volta (2007/2008) em todos os Centros de Saúde
da área de influência da ARS Centro no início do período, i.e. inclui os Centros de Saúde que entretanto
transitaram para a Região Norte e Região de LVT e não inclui Mação. (e) Valor médio para o período 2003 a 2009,
referente ao rastreio promovido pela LPCC no distrito de Santarém (excepto concelhos de Ferreira do Zêzere,
Tomar e Ourém), incluindo Mação, que entretanto transitou para a ARS Centro. (f) Valor referente a 2008 e para
os todos os concelhos dos distritos de Évora, Portalegre e Beja.
Fonte: Elaborado por GIP/ACS com base nos dados disponibilizados pelas Administrações Regionais de Saúde, 2009.
rastreiocm_tab2_dez09.JPG
ND – Não Disponível. (a) Calculada pela DGS para Portugal Continental. Fonte: PNS 2004-2010, Vol. 1, pág. 58.
(b) Finlândia, OECD Health Data (2009). (c) NUTS II de 1999. (d) Valor apurado para os concelhos da Região em
que já se realizou a 1ª e a 2ª volta do rastreio. (e) Valor referente à última volta (2007/2008) em todos os
Centros de Saúde da área de influência da ARS Centro no início do período, i.e. inclui os Centros de Saúde que
entretanto transitaram para a Região Norte e Região de LVT e não inclui Mação. (f) Valor médio para o período
2003 a 2009, referente ao rastreio promovido pela LPCC no distrito de Santarém (excepto concelhos de Ferreira
do Zêzere, Tomar e Ourém), incluindo Mação, que entretanto transitou para a ARS Centro. (g) Valor referente a
2008 e para os todos os concelhos dos distritos de Évora, Portalegre e Beja. Fonte: Elaborado por GIP/ACS com
base nos dados disponibilizados pelas Administrações Regionais de Saúde, 2009.

De acordo com os dados disponibilizados pelas Administrações Regionais de Saúde, nos concelhos onde decorre o rastreio do cancro da mama feminina mais de metade da população elegível está rastreada.
Os valores regionais deste indicador não são directamente comparáveis, por a implementação do programa se encontrar em diferentes fases nas Regiões, pelo que são diferentes a duração do programa, o número de voltas já decorridas e a proporção de Centros de Saúde já cobertos em cada Região.

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1 Comment

  1. maria horta | 6 de Novembro de 2009, at 8:54

    Constato, com agradável surpresa, a defesa feita pela Senhora Alta Comissária da Saúde, no que diz respeito à monitorização e correcção de desvios do Plano Nacional de Saúde, implementado há nove anos, e que, salvo melhor opinião, fica muito aquém do lema:”nascer com saúde, crescer com segurança, uma juventude à procura de um futuro saudável, uma vida adulta produtiva e um envelhecimento activo”. É, pois, com agrado, que registo a informação actualizada a 4 e 5 de Novembro, disponível sobre cancro da mama feminina, que contempla já informação sobre taxas de rastreio dos cancros da mama feminina, colo do útero e cólon/recto e valor percentual de sobrevivência aos 5 anos por cancro nos casos atrás referidos.O mesmo não se dizer relativamente à taxa de consulta/internamento por depressão, capacidade de reconhecimento pelos clinicos gerais e proporção de custos indirectos e directos na depressão, tendo em conta que Portugal registava, em 2007, um taxa de consumo de ansiolíticos, hipnóticos, sedativos e antidepressivos no SNS, em ambulatório DDD/1000 hab./dia de 147,2, sendo que, no Alentejo, esta taxa ascende a 168,9, o que é francamente inquietante.
    Subscrevo comentário anterior no sentido de envolver instituições de ensino superior e ordens profissionais no desenvolvimento de trabalho, no sentido de compreender, em termos gerais, mas sobretudo no que concerne ao Alentejo, o porquê de taxas tão elevadas e agir, ao nível preventivo, nomeadamente através de correcto diagnóstico e encaminhamento para especialidades respectivas.
    Muito gostaria de ter feed-back ao meu comentário, dado que resido na região do Alentejo, foi-me diagnosticado carcinoma ductal da mama,faço, actualmente quimioterapia adjuvante, pré-cirúrgia, e estou empenhada em perceber “o porquê das coisas” e em dar o meu contributo, enquanto cidadã e mulher, em prol da correcção dos erros, tanto mais que sou comproprietária de um jornal regional (Noticias Alentejo, mensário em papel e jornal on-line, com endereço http://www.noticiaselentejo.pt.), no qual pretendo publicar trabalho jornalistico relativo a cancro e depressão no Alentejo.
    Antecipadamente grata,
    Maria Horta

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