Mortalidade por cancro do colo do útero antes dos 65 anos
Last Update: Nov 18,2010 | 2 Comments
Continente
Taxa de mortalidade padronizada por cancro do colo do útero antes dos 65 anos / 100 000 mulheres
(Método directo: população-padrão europeia). CID10: C53. (a) Calculada pela DGS para Portugal Continental. Fonte: PNS 2004-2010, Vol. 1, pág. 58. (b) Grécia, Eurostat (2010). Fonte: INE (2010). Elaborado por GIP/ACS a partir de informação disponível e não publicada.
(Método directo: população-padrão europeia). CID10: C53. (a) Calculada pela DGS para Portugal Continental. Fonte: PNS 2004-2010, Vol. 1, pág. 58. (b) Grécia, Eurostat (2010). Fonte: INE (2010). Elaborado por GIP/ACS a partir de informação disponível e não publicada.
A taxa de mortalidade padronizada por cancro do colo do útero, antes dos 65 anos, depois do valor mínimo atingido em 2006 (2,0/100 000 mulheres), tem vindo a aumentar, atingindo os 2,7/100 000 mulheres em 2009 e afastando-se da meta prevista para 2010.
Região
Taxa de mortalidade padronizada por cancro do colo do útero antes dos 65 anos / 100 000 mulheres, por Região (NUTS II de 1999)
(Método directo: população-padrão europeia). CID10: C53. (a) Calculada pela DGS para Portugal Continental. Fonte: PNS 2004-2010, Vol. 1, pág. 58. (b) Grécia, Eurostat (2010). Fonte: INE (2010). Elaborado por GIP/ACS a partir de informação disponível e não publicada.
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(Método directo: população-padrão europeia). CID10: C53. (a) Calculada pela DGS para Portugal Continental. Fonte: PNS 2004-2010, Vol. 1, pág. 58. (b) Grécia, Eurostat (2010). (c) NUTS II de 1999. Fonte: INE (2010). Elaborado por GIP/ACS a partir de informação disponível e não publicada.
Entre 2004 e 2009, a taxa de mortalidade padronizada por cancro do colo do útero antes dos 65 anos manteve o mesmo valor na Região de LVT (2,7 óbitos por 100 000 mulheres), mas aumentou nas restantes Regiões. O aumento relativo foi mais relevante nas Regiões que em 2004 apresentaram os valores mais baixos: Centro (de 1,6 para 3,1/100 000) e Alentejo (de 1,7 para 3,7/100 000).


Ricardo Ribeiro | 10 de Fevereiro de 2009, at 13:34
Portugal está de parabéns pelo valor já atingido em 2006!
Em relação ao Algarve, ainda há muito a fazer… Há que ter em conta a variação da população, diminuição do número de médicos de família, o menor número de enfermeiros/100 mil habitantes. Tem ainda o menor rácio de primeiras consultas/ano…
Somando a estes factores, o facto de não haver rastreio organizado e sistematizado para detecção precoce de cancro do colo do útero leva a que o Algarve tenha o pior desempenho de Portugal, superando em 2006 (4,2/100 mil) em 105% o valor médio nacional (2,0/100 mil).
Fábio | 17 de Janeiro de 2010, at 23:27
Parabéns pela acessibilidade aos dados. Várias vezes necessito de dados estatisticos para o meu trabalho e saber que posso agora trabalhar com “a nossa realidade” é muito gratificante.